Arquitetura

Palácio da Pena – Arquitetura – Sintra

Em 2019 estive em Sintra e fiquei literalmente encantada com a cidade.

Normalmente, as pessoas quando visitam Sintra, fazem aquele bate e volta de Lisboa, mas eu preferi ficar 3 dias e conhecer todos os cantinhos da cidade, explorando sua riqueza arquitetônica, nos mínimos detalhes.

Um dos edifícios mais complexos e intrigantes foi o Palácio Nacional da Pena, popularmente chamado de Palácio da Pena.

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Palácio Nacional da Pena, Sintra, Portugal.

Localizado na pequena e charmosa vila de Sintra, no distrito de Lisboa, em Portugal, encontramos uma das principais expressões do Romantismo arquitetônico do século XIX no mundo e o primeiro nesse estilo, na Europa.

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Vila de Sintra, vista do Castelo dos Mouros, donde se vê também o Palácio da Pena.

Em 2007, o Palácio da Pena, foi considerado uma das sete maravilhas de Portugal e desde 1995 foi classificado como patrimônio histórico mundial, pela UNESCO.

Depois de ser propriedade particular de reis, como: João II, Manuel I e Fernando II, todos de Portugal, passar por muitas transformações no reinado de cada um, se transformar num convento e ser atingido por um raio, que destruiu parte do edifício, ainda sofreu mais danos, após o fatídico terremoto ocorrido em Portugal, no ano de 1755.

Em 1838, Fernando II de Portugal, decide adquirir o velho convento, juntamente com o Castelo dos Mouros e a área circudante, com o objetivo de restaurá-lo e transformar em sua residência de verão.

Vários especialistas estrangeiros foram contratados para a tarefa de reconstrução e em 1847 a obra estava concluída.

Após a morte de Fernando II, Elisa Hendler, sua segunda esposa, conhecida como Condessa de Edla, herda o edifício, mas, como o mesmo já era considerado um monumento histórico, Luís I de Portugal, em nome do Estado Português compra o edifício, da Condessa, que fica apenas com o Chalé da Condessa, para residir.

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O chalé da Condessa Edla, nas cercanias do Palácio da Pena, Sintra, Portugal.

Com essa aquisição, o Palácio passou para o património nacional português, integrando o patrimônio da Coroa.

Durante o reinado de Carlos I de Portugal, a Família Real ocupou com frequência o palácio, tornando-se a residência predileta da Rainha D. Amélia, que se ocupou da decoração dos aposentos íntimos.

Com queda da monarquia e a implantação da República Portuguesa, o palácio foi convertido em museu e hoje é aberto para visitação pública.

Quase todo o Palácio está assentado em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta, neo-gótico, neo-manuelino, neo-islâmico, neo-renascentista, com sugestões artísticas indianas é verdadeiramente intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio ao exotismo.

Estruturalmente o Palácio da Pena divide-se em quatro áreas principais:

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  1. A couraça e muralhas envolventes, que serviram para consolidar a implantação da construção;
  2. O corpo, restaurado na íntegra, do Convento antigo, ligeiramente em ângulo, no topo da colina, completamente ameado e com a Torre do Relógio;
  3. OPátio dos Arcos frente à capela, com a sua parede de arcos mouriscos;
  4. A zona palaciana propriamente dita com o seu baluarte cilíndrico de grande porte.

A planta do edifício é bastante irregular e está condicionada por uma construção ali preexistente – a Capela de Nossa Senhora da Pena – e ainda pela topografia. O resultado é um núcleo sensivelmente quadrangular, organizado à volta de claustro e um outro alongado.

O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um grande arvoredo que  constitui o Parque da Pena.

Este tem diversos percursos e passeios, com inúmeras construções de jardins, pontes, grutas, bancos de jardim, pérgolas e fontes, a estátua do guerreiro, de Ernesto Rusconi, a cruz Alta e o trono da rainha.

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A cruz Alta dentro do oarque Nacional da Pena.

A Cruz Alta, ponto máximo da Serra de Sintra (540 metros) com o seu cruzeiro quinhentista de 1522 permite ter uma vista privilegiada e é um dos locais de visita obrigatória para o visitante do Parque da Pena.

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Trono da rainha, dentro do Parque Nacional da Pena.
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Perto da Cruz Alta, está a estátua de guerreiro que diz-se, é D. Fernando II, guardião do Palácio.

Endereço: Estrada da Pena – Sintra.

Horário de funcionamento: Palácio: 09:45 às 19:00h. Parque: 09:30 às 20:00h (última admissão às 19h). Obs: feriados e datas festivas, tem alteração de horário.

Ingresso: Parque e palácio: € 13,50 (adultos),€ 11 (jovens entre 5 e 18 anos e maiores de 65),grátis para menores de 5 anos.Há descontos para quem visita somente os terraços e os jardins. Existe também um bilhete combinado para os que visitam o Palácio da Pena,o Castelo dos Mouros e o Palácio Nacional de Sintra: € 24 (adultos).

Site: https://www.parquesdesintra.pt/

Pra se locomover fácil, use a opção do trenzinho turístico.

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Referências:

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Texto: Lila Amaral.

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