Curiosidades

Nuvens, eu não vejo coisas…

Hoje saí, para um passeio matinal.

Sempre, depois do café da manhã, eu saio para uma volta pelas redondezas, porque gosto de caminhar, gosto de estar perto do mar e de aproveitar pra me exercitar um pouco, já que eu odeio malhar.

No caminho, vi uma aglomeração e como o ser humano é curioso, por natureza, decidi dar uma “olhadinha”.

Não era nada demais. Mas era uma novidade pra mim.

Trabalhadores estavam desmontando uma roda gigante, daquelas bem gigantes… aí fiquei interessada, porque nunca vi desmontarem uma roda gigante. A logística é surreal. Um trabalho meticuloso, pra não ter acidentes, afinal o peso de cada peça, pode machucar e até matar alguém.

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A roda gigante já sem as cabines e em processo de desmontagem. Acervo pessoal.

Como o trabalho era lento, pelo grau de dificuldade, decidi sentar na balaustrada e ficar acompanhando a empreitada.

Eu adoro olhar o mar e o céu. Primeiro porque são azuis, que é a cor que mais gosto e segundo porque me dão uma sensação de bem estar, de paz e serenidade.

Quando olhei para o céu, vi que várias nuvens brancas se aglomeravam sobre o trecho que eu estava. Até gostei, porque fez aquela sombrinha gostosa.

Fiquei observando elas se moverem, porque estava ventando bastante e lembrei de umas situações hilárias.

Uma eu vi num filme, quando um casal, deitado num gramado, observava o céu e apontavam com o dedo, possíveis figuras, formadas pelas nuvens ( a computação gráfica era bem eficiente, porque parecia um cupido com flecha e tudo), aí eles se beijavam e continuavam a ver figuras. Mas filme a gente dá um desconto né?

E em outras ocasiões, algumas pessoas, que conheço e já conversei, me relataram com riqueza de detalhes, que viram ursos, unicórnios, perfis humanos, mapas, bule, garrafa, dentre várias outras coisas…mas, a mais surreal de todas, foi um rinoceronte.

Fiquei alguns minutos a pensar…🤔🤔🤔

pensar…🤔🤔🤔

pensar mais um pouco…🤔🤔🤔

E enquanto eu pensava, continuei observando as nuvens. Eu tinha que ver alguma coisa.

Não vi nada. Não sei se fiquei aliviada ou frustrada.

Se as nuvens se pareciam com alguma coisa, era um punhado de algodão ou pra ser um pouco mais lúdica, algodão doce (tinha uma barraquinha próxima, porque foi Carnaval), mas era branco e não rosa ou azul, como os algodões doces em geral.

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As nuvens, quase uma hora depois, de pura observação. Acervo pessoal.

Dos três um: ou as pessoas têm uma imaginação mega fértil, porque enxergar um rinoceronte é realmente um episódio inacreditável, ou essas pessoas usam algum tipo de alucinógeno, que faz a mente viajar para um mundo fantástico, ou, eu não tenho imaginação nenhuma, porque só vejo nuvens…lindas, fofas, branquinhas, mas só nuvens.

Continuei observando, pra não parecer que sou cética, do contra, incrédula, descrente, limitada…what ever!

Mas o fato é que eu vi toda a desmontagem da imensa roda gigante, mas nas nuvens… só vi nuvens.

Quem sabe na próxima observação???

Ótimo quarta-feira de Cinzas!!!

Beijos e Carpe Diem.

Texto: Lila Amaral.

4 comentários em “Nuvens, eu não vejo coisas…”

  1. Oi, eu já vi imagens nas nuvens, nos azulejos do banheiro, em imagens. No banheiro da minha casa vejo um leão, ou o que parece ser. Hoje uma amiga me enviou um vídeo, e quando parado, eu disse a ela que estava vendo uma imagem à direita da seta do vídeo. Acontece, como na maioria das vezes não.
    Abraços e boa tarde/boa noite. Tarde aqui, noite aí.

    Curtido por 1 pessoa

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